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quinta-feira, 31 de outubro de 2019
segunda-feira, 22 de abril de 2019
AGAVACEAE
Sisal
Agavaceae
Agave americana L.
Descrição:
Ensino de Biologia 2017
Autores:
João Baptista Quintas
Leonilde Isabel Uongo Tomás
Maria da Graça Dulo
Paulino Cangundo Cuassula
Pedro Vandre Huambo
Rafael Angelino Chiwale
Verónica Ngueve Chilemo
Agavaceae
Agave americana L.
Origem: México e Antilhas
Fonte: Jardim Botânico da cidade do Huambo (estudantes 2017)
O Sisal (Agave americana) é
uma planta vivaz, monocotiledónea, de porte robusto, caule curto com 2-8 m de altura (com escapo, incluindo
panícula) e 2-3 m de diâmetro., rizomatosa e
arrosetada. Folhas: carnudas, em roseta, lanceoladas-oblongas, com 1-2,5 m de
comprimento, 15-30 cm de largura e 2-3 cm de espessura; margens espinhosas e
com espinho apical negro, verde-glaucas. Flores: amarelo- esverdeadas, reunidas numa
grande panícula, que sai do centro da roseta de folhas. Floresce uma única vez na vida. Nem sempre origina fruto. Ao degenerar permanecem algum tempo os restos das folhas e do caule principal. A roseta pode ser substituída por rebentos da raiz. Após a floração e
maturação dos frutos a planta-mãe morre, sendo o seu lugar ocupado por novos rebentos,
que ao longo do tempo se desenvolveram na base. Os
estames são muito compridos com filamentos de seis a oito centímetros. O ovário
é ínfero. Fruto: é uma cápsula
oblongo-obovoide, com sementes achatadas.
Habitat e Ecologia: Matos xerófilos abertos, taludes e
bermas de estradas, arribas litorais.
Uso: A sua fibra é muito apreciada na indústria. A
seiva é usada, no México de onde esta planta é originária, para
preparar o pulche e outras bebidas fermentadas de uso nacional. No
México a agave é usada como planta alimentar, na recuperação de solos, produção de açúcar e medicamentos.
Ensino de Biologia 2017
Autores:
João Baptista Quintas
Maria da Graça Dulo
Paulino Cangundo Cuassula
Pedro Vandre Huambo
Rafael Angelino Chiwale
Verónica Ngueve Chilemo
sexta-feira, 1 de março de 2019
BRIÓFITAS NO JARDIM BOTÂNICO DA ESTUFA FRIA DO HUAMBO, ANGOLA
BRIÓFITAS NO JARDIM BOTÂNICO DA ESTUFA FRIA DO HUAMBO, ANGOLA
Algumas habitam em ambientes urbanos, sendo possível observa-las durante a época das chuvas, como singulares almofadas e manchas de cor verde refugiadas em sítios sombrios ou expostos, sobre os mais diversos substratos: murros, blocos de concreto ou pedra, troncos, coberturas, entre outros, sendo a tendencia popular chama-los de musgos.
A seguir apresentam-se alguns representantes de musgos encontrados no Jardim da Estufa Fria da Cidade do Huambo.
As Briófitas do latin Bryophyta, deriva do grego phyta, planta, com o prefixo brio do grego Bpúov, Musgo. Correspondem a denominação de três classes de plantas (musgos, hepáticas e antoceros) componentes do reino vegetal. São plantas cujo pequeno tamanho e peculiar ciclo de vida, as têm mantido distante do observador habitual.
Algumas habitam em ambientes urbanos, sendo possível observa-las durante a época das chuvas, como singulares almofadas e manchas de cor verde refugiadas em sítios sombrios ou expostos, sobre os mais diversos substratos: murros, blocos de concreto ou pedra, troncos, coberturas, entre outros, sendo a tendencia popular chama-los de musgos.
A seguir apresentam-se alguns representantes de musgos encontrados no Jardim da Estufa Fria da Cidade do Huambo.
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
ANGIOSPERMAS DICOTILEDÓNEAS NO JARDIM DA ESTUFA FRIA DA CIDADE DO HUAMBO
ANGIOSPERMAS DICOTILEDÓNEAS NO JARDIM DA ESTUFA FRIA DA CIDADE DO HUAMBO
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